A terra a quem a trabalha!
Ontem aprendi a dar o devido valor a essas gentes que, de costados vergados e enxada na mão, têm a coragem de trabalhar a terra. Sim, coragem e vergonha minha que, agarrada ao balde, olhei desvairada para os quilos e quilos de batatas que era preciso apanhar e transportar. E que lindas batatas! Deitei mãos à obra, suei...mas que prazer depois comer umas quantas cozidas, sem outro tempero que não o sal. Até com casca marcharam!

6 Comments:
Sei o que é não tanto por obrigação mas porque nas minhas férias na quinta costumava is para ao pé das jornaleiras, nome dado a quem trabalhava no campo.
Lá me deixavam ajudar às escondidas da família, o que era uma delícia para mim. Mas aprendi o que custava amanhar a terra.
No Minho patrão e empregado não se misturam. Eu não era nem uma coisa nem outra, era uma miuda.
(pior que as batatas são os morangos, costas vergadas o tempo todo e se não se tem cuidado esborracham-se... argh!)
Sempre soube dar valor por as ter visto e por terem-me deixado andar à volta delas (no Minho também maioritariamente mulheres as que trabalham no campo...)
olá Maeve.................agora aqui?
agora!
posso deixar um abraço? discreto?
deixei.
bom fim de semana.
mendess ferreira ...Eu estive sempre aqui, mas como tenho a mania das mudanças de layout é natural que te faça confusão.
Obrigada a todas por terem vindo e divirtam-se.:)
olha, olha, então??? Afinal teclaste onde???
Andei armada em arbito de bancada de cerveja na mão! lololol
oh Maeve....mas eu sou mt tosca...com estas coisas de informática...a T.D. que o diga...."goza-me" à farta....como se todoa fossemos engenheiros destas coisas...que horror...:))))).
abraço.
isabel.
Maeve....vou ali e já volto...:))))
deixo um abraço...e muito sol....
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